A humanidade dos pensamentos começam a emergir dos sentimentos.

Um hippie andando pelas ruas, vendendo arte para seu sustento. Um mendigo que vaga a procura de algum acontecimento externo que mude sua vida; é passivo à sua história. Uma senhora sentada a esperar o objeto, no entanto sente dor.

Meticulosamente ouve um disco de canções de blus, o que leva-o a um estado de espírito calmo e acende uma chama no peito. Refletindo, não aceita a sua posição dentro da sociedade. Não entende suas mãos lisas, sabe que as mesmas o condena a uma classe social. A pele clara é sinônimo de vergonha pra si.

Levanta e caminha até a Lua. Civilizações a vislumbraram em milhares de anos.

Entende e não aceita sua posição. A sua diferença grita em si, rompe os tímpano em um brado de indignação muda. Vem de dentro pra fora.

Aguenta somente mais um segundo, oferece calor ao vagante em um abraço verdadeiro; atenção as dores; dinheiro a vida da a arte. Não pede nada em troca. Acredita que tudo pode ser diferente se começar por ali.